Texto por Colaborador: A. Rother 05/06/2026 - 14:00

Segundo informações do GZH, o Inter estruturou seu planejamento para a próxima janela de transferências com uma divisão clara entre jogadores que podem ser negociados para gerar receita e aqueles que devem ser liberados para aliviar a folha salarial. A direção colorada busca equilibrar as contas sem perder competitividade, depois das dificuldades enfrentadas em 2025.

Entre os atletas considerados ativos de mercado estão Bruno Gomes, Allex e Carlos Carbonero, jovens que despertaram interesse externo e podem render valores importantes aos cofres do clube. No outro bloco aparecem jogadores com salários altos e custo-benefício questionado, como Alan Patrick, Sergio Rochet, Thiago Maia e Alan Rodríguez, cujas saídas podem ser facilitadas. No caso de Rochet, há expectativa de valorização após a Copa do Mundo.

Há também situações híbridas, como a de Rafael Borré, que recebeu sondagens do futebol mexicano e pode ser negociado tanto para aliviar a folha quanto para gerar receita direta. Jogadores com pouca utilização e baixo retorno esportivo, como Clayton Sampaio, Ronaldo e Richard, devem sair independentemente do valor envolvido.

Entre todos, apenas Alexis Bernabei surge como inegociável, salvo uma grande oferta, sendo considerado fundamental para a sequência da temporada. A diferença em relação ao ano passado é que o Inter pretende encontrar reposições imediatas já nesta janela, evitando repetir o sufoco de 2025 e mantendo um mínimo de qualidade no elenco enquanto ajusta o orçamento.

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